Estratégias de marketing digital que deves evitar

cara de parvo

Estratégias de marketing digital….que deves evitar porque 95% das vezes pareces parvo???

Perguntam vocês: e tu, não serás parvo por estar a escrever uma parvoíce destas?

Respondo eu: Sim, sou um bocadinho! E vocês, não são parvos por a estarem a ler?

 

Avançando…a verdade é que a abordagem é normalmente feita ao contrário, mas pronto, apeteceu-me ser diferente *)

 

Ao invês de falar sobre os “must do, hoje quero falar sobre os “please don’t” do marketing digital e em particular das estratégias que são muitas vezes adoptadas e veiculadas como tal, mas que na verdade, são não-estratégias de marketing digital!

 

Agora que já enchi chouriço que chegue, vamos ao que interessa.

 

Vamos lá separar isto entre:

  1. Estratégias de marketing digital que deves evitar fazer porque em 90% das vezes que as utilizas, pareces parvo.
  2. Estratégias de marketing digital que não deves nunca usar porque em 100% das vezes te faz parecer incompetente.

 

A diferença é subtil, mas as estratégias de tipo B, são mesmo off-limits caso queiras ter uma saudável carreira em marketing digital. Hoje, vamos falar sobre as estratégias de tipo A (parece que estou a falar de hepatites…).

 

Estratégias de marketing digital que deves evitar fazer porque 95% das vezes que as usas pareces…parvo.

 

Caso: Informações erradas e expectativas irrealistas

 

Cenário: potencial cliente necessita de um SPA e para isso, abre o seu browser no Google e digita “SPA perto do Restelo”. Dá enter.

 

Imagina a confusão que seria para a pessoa em causa, se lhe aparecessem 4 anúncios de AdWords a publicitar algo do género:

 

“SPA perto do Restelo? Venha conhecer o melhor SPA da cidade de Lisboa.”

 

Para começar, se tens 4 estabelecimentos a dizer que são o melhor “da cidade de Lisboa”, 3 deles estão provavelmente a mentir o que acaba por destruir a credibilidade não só dos 3 estabelecimentos de SPA, mas de todos.

 

Mesmo que não estejas a mentir, a declaração “melhor SPA da cidade de Lisboa” é demasiado abrangente. O que deves sempre fazer é dar maior detalhe à informação, se não no anúncio, pelo menos na página de destino.

 

Além disso, não podes fazer uma comparação destas sem que menciones/identifiques o estudo de uma entidade externa que corrobora o que dizes e não, não vale um survey aos teus funcionários e clientes mais satisfeitos porque tem de ser isento…o que aliás está de acordo com as políticas de publicidade de AdWords.

 

Google a rir-se de ti

 

Mesmo que não existam 4 anúncios com esta declaração, mas apenas o teu anúncio, esta continua a não ser a melhor das abordagens. Porquê?

 

Bem, é verdade que estes anúncios até nem parecem muito mal (à 1ª vista…) e provavelmente capta muita atenção, cliques e visitas para o teu website e provavelmente até terão conversão, mas qual achas que será a expectativa do teu cliente ao chegar ao teu (ou do teu cliente) estabelecimento? Muito alta, de certeza.

 

Esta é uma das melhores maneiras que conheço para começares logo mal uma relação comercial. O cliente vai estar à espera do “melhor que existe” e qualquer falha mínima vai servir de pretexto para reclamações.

 

Adivinha onde vão parar as reclamações? Ao Facebook, ao G+, TripAdvisor, etc… o que acaba por dificultar ainda mais a capacidade de transformar novas pesquisas em potenciais clientes… é a proverbial pescadinha de rabo na boca!

 

Este raciocínio é válido para anúncios no Google, Facebook, Instagram, Telegram, Pinterest, Twitter, Linkedin…ufa!! Basicamente, é válido em todo e qualquer lado onde existam ou possam vir a existir pessoas que vejam ou possam vir a ver a parvoíce que anunciaste.

 

Caso: Tentar ser espertinho demais e ficar queimado

 

O sonho de todo e qualquer marketeer digital é que a publicidade que ele(a) fez se torne viral, conhecida em todo o mundo e planetas limítrofes. Como existem dezenas de milhares de novos anúncios e publicidades todos os dias, a probabilidade disso acontecer é bastante baixa a não ser que se inove, tente algo diferente arrojado, ofensivo…ups..ofensivo é melhor não!

 

A Budweiser ou o marketeer deles, tentou fazer exactamente isso, ser memorável, viral, em 2015. Correu mal. Porquê?

 

Basicamente porque se lembraram de dizer que a Bud é a cerveja ideal para…tudo! Especialmente, para remover a palavra NÃO do vocabulário.

 

budweiser fail 2015
“The perfect beer for removing NO from your vocabulary for the night. #UpForWhatever”

Ups… alguém explique ao cientista de marketing que teve esta brilhante ideia que o conceito talvez seja um pouco de nada…parvo!!!

Só faltava compararem a coitada da Bud ao famoso e já antigo Ropinol (rohypnol)…

 

E pronto, chega por hoje, que já me doem os dedos de escrever. Voltem quando quiserem e já agora, pode ser que escreva qualquer coisa sobre o tipo B, aquele que “não deves nunca usar porque em 100% das vezes te faz parecer incompetente”.

 

Um abraço,

 

Conhece o Reserve with Google e o Home Service Ads?

O Google já é muito mais que apenas um motor de buscas (um serviço que cataloga páginas de websites para responder a perguntas – queries) e está a tornar-se cada vez mais uma plataforma mundial de comércio eletrónico, ou se quiserem uma loja online global!

Já conhece o Google Home Service Ads? E o Reserve with Google?

Todos estes projectos da Google estão a correr neste momento em beta (teste) nos Estados Unidos e mais do que serem importantes por eles próprios, ajudam a perceber para onde caminha o gigante americano.

O novo Reserve with Google

Este serviço visa permitir aos ginásios, spas e academias receber reservas directas via Google para os seus serviços. Pode ver abaixo algumas imagens do projecto.

Sem dúvida que para o cliente é uma mais valia poder reservar junto de uma entidade que reconhece e em quem confia, mas o que pode acontecer se este serviço de intermediação ganhar volume?

O Google já detém o monopólio das pesquisas e por vezes tem sido acusado de usar isso em proveito próprio indevido.

O novo Google Home Service Ads

Agora, imagine que necessita rapidamente de um canalizador, ou então de uma empresa de mudanças em lisboa. É grande a probabilidade de ir pesquisar ao Google, não é? Afinal, as velhas listas das Páginas Amarelas já nem são distribuídas…

google home service ads

google home service ads - get google guaranteed

google home service ads - quality leads

Estas leads vão valer muito dinheiro!

Até se percebe a ideia.

Quando pesquisa no Google, encontra diversas empresas que prestam esse serviço e todas (ou quase) alegam que são as melhores, as mais baratas e as mais rápidas. Algumas experiências depois, rapidamente percebe que isso não corresponde, de todo, à realidade….

De facto e em muitos dos casos (não em todos claro…), estas empresas são conhecidas por não passar recibos, abrir e fechar com a rapidez de uma porta de abertura automática da Fnac em dia de Black Friday e ainda por cima, com um staff que parece ter saído de um alinhamento de reconhecimento policial no estabelecimento prisional do Linhó.

Até agora, ou ia a sites especializados como a Zaask, Habitissimo e Star of Service ou lá se resignava a receber na sua casa este tipo de malta.

Pois em breve, será possível ver os principais prestadores multi-serviço recomendados pelo Google, com posicionamento prioritário claro.

O próprio Google esclarece: “A unidade Home Service aparecerá no topo dos resultados de pesquisa do Google, sempre que alguém pesquisar serviços locais como o seu.”

 

O que acha destes novos projectos do Google? Deixe a sua opinião abaixo.

Um abraço,

Rui

 

Virus e Antivirus em 2017

ganhei um iphone SE

Yupii!!! Ganhei um iPhone! É melhor dar-lhes todas as informações sobre mim…

 

Com a chegada de 2017, estamos num mundo cada vez mais digital. As compras online, a utilização mobile e o cada vez maior consumo de conteúdo digital (em particular vídeo) estão e vão permanecer com grandes crescimentos.

 

Da mesma forma, novos e antigos métodos de ataques informáticos continuarão a fazê-lo pensar bem a que websites aceder, onde clickar ou que informação partilhar.

 

Com o cada vez mais extenso uso da internet através de vários dispositivos (não esquecendo a IoT Internet of Things), torna-se cada vez mais importante conhecer e proteger-nos dos perigos que existem ao navegar na World Wide Web.

 

Os ataques informáticos andam na boca de muitos devido à cobertura mediática da campanha eleitoral Norte Americana e das suspeições de ataques informáticos organizados que de algum modo ajudaram o candidato Donald Trump a ganhar as eleições, mas sabemos todos que vários outros ataques de magnitude igual ou superior a esse são praticados e bem sucedidos, quase em ritmo diário.

 

Assim, nada como começar 2017 a relembrar alguns dos principais perigos que espreitam a internet hoje em dia!

 

Para vos ajudar a compreender o “monstro por detrás da porta”, deixo alguns exemplos de vírus e ataques de software bastante comuns mas ainda assim muito efetivos.

 

 

 

Exemplos de vírus e ataques de software

 

Brute Force – Ataques que injetam milhares de tentativas de users e passwords por segundo, na tentativa de “acertar” na combinação certa. Apesar de isto poder ser prevenido / evitado, é comum que um ataque brute force deite “abaixo” um servidor por um período de tempo devido ao elevado número de solicitações ao mesmo.

 

DDOS (Distributed Denial of Service) –  ataque de negação de serviço é similar ao de um ataque brute force. O objetivo é simplesmente tornar indisponível um serviço www de um qualquer servidor web. É uma sobrecarga quase instantânea de pedidos que coloca o servidor em overload. Pode ter como objetivo um reboot de sistema (permitindo aí que um qualquer exploit entre em funcionamento e provoque danos adicionais) ou simplesmente fazer um corte de comunicações.  Habitualmente funciona com um master machine que comanda até milhares de zombies (PCs infectados) e “orquestra” um ataque simultâneo que é quase impossível de parar ou suportar devido ao uso enorme da largura de banda do servidor atacado.

 

Ransomware – um tipo de malware que afecta o seu sistema operativo, restringe acessos e depois solicita um “resgate” para libertar o sistema e devolver o controlo. Entre outras formas de ataque, alguns tipos de ransomware podem encriptar dados importantes do seu computador e depois exigir / extorquir dinheiro para enviar uma password de desbloqueio.

 

Spyware – software que serve basicamente para espiar e/ou conceder acessos privilegiados indevidos. Pode fazer uma série de funções prejudiciais como apagar a hard drive mas por norma o objetivo é a recolha de informações e o seu reenvio para o “controller” do spyware.

 

Phishing – Tentativa de acesso a informação privilegiada e sensível, normalmente dados de utilizador, palavras passe e detalhes de cartões de crédito de modo a fazer uma utilização maliciosa dos mesmos. É comum a propagação destes esforços utilizando uma imagem comercial ou institucional conhecida e relevante. São comuns os websites de phishing que convidam a reinserir dados de acesso a contas bancárias, logins de acessos a websites, etc… Esta técnica envolve também o pharming, que é a utilização de websites falsos, com manipulação de DNS para fazer que um website falso se pareça, quer em aparência, quer em domínio com um website legítimo (exe: website de um banco),

 

Virus – muitas vezes propagam-se através do terminal do utilizador que acede ao website. Seja através de aplicações executáveis, macros, cópia de ficheiros infetados para servidores, dispositivos de armazenamento USB infetados ou outros. É possível proteger de 99,9% dos vírus através de programas de antivírus permanentemente atualizados e backups diários de ficheiros, que ficam com acessos encriptados. Estes vírus são muitas vezes disseminados através de spam (envio de emails, SMS ou outros não solicitados).

 

Worms – são injetados em redes através de terminais de utilizadores nessa rede. Pode ser feito através de email, USB ou qualquer outro meio. No caso dos emails, tem tendência a tentar auto propagação por reenvio massivo para base de dados da conta de email atacada. Como email é recebido de alguém em quem se confia, aumenta a propagação do worm.

 

Trojans – Conhecidos também por cavalos de Tróia devido à similaridade do conceito. Podem abrir portas de entrada para acesso de hackers. É comum a utilização de engenharia social para induzir a executar ficheiro, downloads que depois contem trojans. Pode vir também em algum software que aparenta ser útil, mas que implanta um trojan no sistema do utilizador. Ao contrário de outros tipos de malwares, os trojans não tenta a propagação ou corrupção direta de outros ficheiros.

 

Rogue Software – Malware disfarçado de bom software, muitas vezes e ironicamente até mesmo de software antivírus. Não confundir com o filme Rogue One, um spin-off de Star Wars.

 

 

Não sendo possível deter todos os tipos de ataques, está mais que justificada a utilização de um bom software antivírus, com atualizações permanentes!

Assim e porque este artigo não ficava completo sem algumas dicas de softwares antivírus, aqui vai uma sugestão daqueles que considero os melhores antivírus para 2017!

 

 

Os melhores antivírus para 2017

 

Para ter bons comparativos sobre software, fiáveis e isentos, normalmente recorro ao website da PCMag e desta vez não é exceção. Com a ajuda deles, apresento-vos o meu TOP3 de sugestões de antivírus recomendados para 2017:

 

 

  1. Bitdefender Antivírus Plus 2017 – 19,99€

 bitdefender antivirus plus 2017

 

O Bitdefender Plus 2017 está justamente no topo da nossa lista. Tem um excelente preço de assinatura (anual) e é consistentemente considerado um dos melhores antivírus do mundo.

 

Uma das suas caraterísticas mais destacadas é a sua muito capaz proteção contra ransomware. Tem sistemas de deteção e proteção elevada contra vírus, trojans e diversos tipos de malware.

 

Outro detalhe muito interessante é um sistema de gestão de passwords e a disponibilização de um browser com segurança reforçada para transações financeiras.

 

Outra característica muito elogiada do Bitdefender é a sua pouca utilização de recursos do dispositivo onde está instalado, passando quase despercebido mesmo em modo de análise e limpeza.

 

 

  1. Kaspersky Antivírus 2017 – 37,95€

 kaspersky antivirus 2017

 

Este conhecido antivírus é uma das grandes referências em softwares de proteção de dispositivos. Semelhante ao Bitdefender, tem sempre excelentes reviews dos especialistas e tem por exemplo o melhor resultado na PCMag para proteção contra phishing.

 

Os testes de bloqueio de malware e acesso a urls maliciosos estão dentro das melhores referências de mercado e este é sem dúvidas um dos melhores antivírus disponíveis e dispõe de várias características de bónus.

 

Contra ele, apenas o facto de ser uma das opções mais caras entre as que exponho aqui.

 

 

  1. McAfee Antivírus Plus – 29,97€

McAfee antivirus plus 2017

 

Este antivírus é válido para vários tipos de dispositivos (laptops, telemóveis, tablets, redes wi-fi, etc) e funciona com todos os principais sistemas operativos do mercado – Windows, iOS e Android.

 

Destacamos os sistemas de proteção de rede doméstica – analisa quem está a utilizar a sua wi-fi e protege os seus dispositivos através de uma firewall.

 

A proteção familiar – controlos parentais fáceis de aplicar e que ajudam os seus filhos e a si próprio a consumir apenas conteúdos seguros e apropriados.

 

A proteção social acautela o seu dispositivo contra os cada vez mais comuns ataques através de redes sociais e publicações inseguras que lá se partilham.

 

Com o sistema de segurança no trabalho pode guardar a informação sensível com total confiança e inclusive tem a opção de destruir documentos sensíveis em caso de comprometimento dos mesmos.

 

 

E pronto, estes são a minha escolha e eu próprio utilizo o McAfee Plus e estou genuinamente satisfeito com ele. Agora já sabem, boas navegações e surfem a web em segurança!!!

 

surfa web em seguranca